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	<title>Sem categoria &#8211; Seg&amp;Company</title>
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	<description>Advogados e Associados</description>
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	<title>Sem categoria &#8211; Seg&amp;Company</title>
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	<item>
		<title>Descanso Semanal Remunerado (DSR): Aspectos Legais, Direitos dos Trabalhadores, Obrigações Empresariais e Gestão de Riscos Trabalhistas</title>
		<link>https://segecompany.adv.br/2026/06/16/descanso-semanal-remunerado-dsr-aspectos-legais-direitos-dos-trabalhadores-obrigacoes-empresariais-e-gestao-de-riscos-trabalhistas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 12:23:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é o Descanso Semanal Remunerado (DSR)? O Descanso Semanal Remunerado (DSR), também denominado Repouso Semanal Remunerado (RSR), constitui um direito fundamental assegurado aos trabalhadores brasileiros pela Constituição Federal, pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e pela Lei nº 605/1949. Trata-se do direito de o empregado usufruir de, no mínimo, 24 horas consecutivas &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://segecompany.adv.br/2026/06/16/descanso-semanal-remunerado-dsr-aspectos-legais-direitos-dos-trabalhadores-obrigacoes-empresariais-e-gestao-de-riscos-trabalhistas/"> <span class="screen-reader-text">Descanso Semanal Remunerado (DSR): Aspectos Legais, Direitos dos Trabalhadores, Obrigações Empresariais e Gestão de Riscos Trabalhistas</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #000000;">O que é o Descanso Semanal Remunerado (DSR)?</span></h2>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Descanso Semanal Remunerado (DSR), também denominado <strong>Repouso Semanal Remunerado (RSR)</strong>, constitui um direito fundamental assegurado aos trabalhadores brasileiros pela Constituição Federal, pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e pela Lei nº 605/1949.</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Trata-se do direito de o empregado usufruir de, no mínimo, <strong>24 horas consecutivas de descanso a cada período de sete dias de trabalho</strong>, sem qualquer prejuízo salarial. O repouso deve ocorrer preferencialmente aos domingos, salvo nas atividades autorizadas a funcionar em regime de escala ou revezamento.</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O objetivo da legislação é preservar a saúde física e mental do trabalhador, fortalecer a convivência familiar e reduzir os riscos decorrentes do excesso de jornada.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quem tem direito ao DSR?</span></h2>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O direito alcança praticamente todos os trabalhadores subordinados, incluindo:</span></p>
<ul style="text-align: justify;" data-spread="false">
<li><span style="color: #000000;">Empregados urbanos;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Empregados rurais;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Trabalhadores do comércio;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Trabalhadores da indústria;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Empregados domésticos;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Aprendizes;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Trabalhadores avulsos.</span></li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além do salário fixo, o DSR também gera reflexos sobre parcelas variáveis, tais como:</span></p>
<ul style="text-align: justify;" data-spread="false">
<li><span style="color: #000000;">Horas extras habituais;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Comissões;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Adicionais de insalubridade;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Adicionais de periculosidade;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Adicional noturno;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Gratificações habituais.</span></li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Inclusive, a Súmula nº 172 do Tribunal Superior do Trabalho determina a integração das horas extras habituais no cálculo do repouso semanal remunerado.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #000000;">Como funciona o DSR na prática?</span></h2>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A regra geral é simples:</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Trabalhou durante a semana → tem direito a uma folga remunerada de 24 horas consecutivas.</strong></span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Exemplo:</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Um trabalhador que exerce jornada de segunda-feira a sábado terá, preferencialmente, o domingo destinado ao repouso semanal remunerado. </span><span style="color: #000000;">Já nas atividades que funcionam continuamente, como supermercados, hospitais, postos de combustíveis, fazendas, frigoríficos, transportadoras e indústrias, o descanso poderá ocorrer em outro dia da semana, desde que respeitados os critérios legais de escala.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #000000;">O trabalhador pode perder o DSR?</span></h2>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Sim.</span></strong></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Lei nº 605/1949 prevê hipóteses em que o empregado pode sofrer o desconto do repouso semanal remunerado. </span><span style="color: #000000;">Entre as situações mais comuns estão:</span></p>
<ul style="text-align: justify;" data-spread="false">
<li><span style="color: #000000;">Faltas injustificadas;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Atrasos recorrentes;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Saídas antecipadas sem justificativa;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Descumprimento injustificado da jornada.</span></li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por isso, o correto controle de jornada permanece sendo uma das ferramentas mais importantes de gestão trabalhista preventiva.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #000000;">Trabalho aos domingos: o que a empresa precisa observar?</span></h2>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A legislação brasileira permite o trabalho aos domingos em diversas atividades econômicas, desde que haja:</span></p>
<ul style="text-align: justify;" data-spread="false">
<li><span style="color: #000000;">Escala regular de revezamento;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Concessão de folga compensatória;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Observância da legislação específica;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Respeito às normas coletivas da categoria profissional.</span></li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A folga dominical continua sendo a regra preferencial do sistema jurídico trabalhista brasileiro.</span></p>
<h1 style="text-align: left;"><span style="color: #000000;">Diferença entre Homens e Mulheres: Ainda Existe?</span></h1>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Sim.</span></strong></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Embora a Constituição Federal estabeleça igualdade entre homens e mulheres, a CLT mantém regra específica para as trabalhadoras. </span><span style="color: #000000;">O artigo 386 da CLT determina que, havendo trabalho aos domingos, deve ser organizada escala de revezamento que assegure à mulher o repouso dominical pelo menos uma vez a cada quinze dias.</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na prática:</span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Mulheres:</span></strong></h3>
<ul style="text-align: justify;" data-spread="false">
<li><span style="color: #000000;">Um domingo de folga a cada quinze dias.</span></li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Homens:</span></strong></h3>
<ul style="text-align: justify;" data-spread="false">
<li><span style="color: #000000;">Regra geral de revezamento conforme legislação setorial e instrumentos coletivos.</span></li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O entendimento predominante dos Tribunais do Trabalho continua reconhecendo a validade do artigo 386 da CLT como norma protetiva específica da trabalhadora.</span></p>
<h1 style="text-align: left;"><span style="color: #000000;">Atualizações Normativas e Tendências para 2026:</span></h1>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O ano de 2026 trouxe intensa discussão nacional sobre redução da jornada de trabalho e revisão das escalas tradicionais, especialmente a escala 6&#215;1. </span><span style="color: #000000;">Atualmente, permanece em vigor o modelo constitucional de:</span></p>
<ul style="text-align: justify;" data-spread="false">
<li><span style="color: #000000;">Jornada semanal máxima de 44 horas;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Um descanso semanal remunerado obrigatório;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Preferência pela concessão do repouso aos domingos.</span></li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Entretanto, projetos legislativos em tramitação discutem:</span></p>
<ul style="text-align: justify;" data-spread="false">
<li><span style="color: #000000;">Redução gradual da jornada semanal;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Ampliação dos períodos de descanso;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Revisão da escala 6&#215;1;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Maior proteção ao trabalho em domingos e feriados.</span></li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além disso, as novas regulamentações sobre trabalho em domingos e feriados reforçaram a importância da negociação coletiva para diversas atividades econômicas. </span><span style="color: #000000;">As empresas precisam acompanhar permanentemente essas alterações para evitar autuações administrativas, passivos trabalhistas e condenações judiciais.</span></p>
<h1 style="text-align: left;"><span style="color: #000000;">Como Funciona o DSR no Comércio?</span></h1>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O setor comercial possui regras específicas devido ao funcionamento contínuo dos estabelecimentos.</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Entre os principais cuidados destacam-se:</span></p>
<ul style="text-align: justify;" data-spread="false">
<li><span style="color: #000000;">Escalas de revezamento formalizadas;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Controle rigoroso da jornada;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Respeito às convenções coletivas;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Folgas dominicais periódicas;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Pagamento correto dos feriados trabalhados.</span></li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os erros mais frequentes encontrados em auditorias trabalhistas são:</span></p>
<ul style="text-align: justify;" data-spread="false">
<li><span style="color: #000000;">Escalas sem formalização;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Falhas no controle de ponto;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Folgas concedidas fora do prazo legal;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Ausência de compensação adequada.</span></li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Essas irregularidades costumam gerar condenações envolvendo horas extras, DSR, multas convencionais e indenizações.</span></p>
<h1 style="text-align: left;"><span style="color: #000000;">Como Funciona o DSR no Agronegócio?</span></h1>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No agronegócio, o descanso semanal remunerado também é obrigatório.</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mesmo em períodos de safra, colheita, beneficiamento, armazenagem ou operações contínuas, o trabalhador rural mantém o direito ao repouso semanal remunerado. </span><span style="color: #000000;">As empresas rurais devem observar especialmente:</span></p>
<ul style="text-align: justify;" data-spread="false">
<li><span style="color: #000000;">Lei nº 5.889/1973 (Trabalho Rural);</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Lei nº 605/1949;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">CLT, quando aplicável subsidiariamente;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Convenções e acordos coletivos do setor.</span></li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A ausência de controle adequado pode gerar passivos trabalhistas significativos, especialmente em ações coletivas e fiscalizações do Ministério do Trabalho e Emprego.</span></p>
<h1 style="text-align: left;"><span style="color: #000000;">Principais Erros que Geram Passivo Trabalhista:</span></h1>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Entre as irregularidades mais recorrentes estão:</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">✓ Falta de concessão do DSR;</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">✓ Escalas irregulares;</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">✓ Trabalho em domingos sem compensação;</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">✓ Reflexos incorretos de horas extras no DSR;</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">✓ Erros no cálculo de comissões;</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">✓ Falhas nos registros de jornada;</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">✓ Descumprimento de convenções coletivas.</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Essas situações frequentemente resultam em:</span></p>
<ul style="text-align: justify;" data-spread="false">
<li><span style="color: #000000;">Reclamações trabalhistas;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Autos de infração;</span></li>
<li>Ação Civil Pública via M.P.T.;</li>
<li><span style="color: #000000;">Multas administrativas;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Condenações judiciais;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Aumento do passivo trabalhista e previdenciário.</span></li>
</ul>
<h1 style="text-align: left;"><span style="color: #000000;">Como a Daré &amp; Damasceno Advogados Pode Auxiliar Sua Empresa:</span></h1>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A correta gestão das jornadas de trabalho é uma das principais ferramentas de prevenção de passivos trabalhistas.</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Daré &amp; Damasceno Advogados atua de forma estratégica na:</span></p>
<ul style="text-align: justify;" data-spread="false">
<li><span style="color: #000000;">Auditoria trabalhista preventiva;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Revisão de escalas de trabalho;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Análise de DSR e jornadas especiais;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Adequação às convenções coletivas;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Defesa em fiscalizações do Ministério do Trabalho e Emprego;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Defesa em ações trabalhistas;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Consultoria permanente para RH e Departamento Pessoal;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Revisão de passivos trabalhistas e previdenciários;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Implementação de programas de compliance trabalhista.</span></li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nosso objetivo é proporcionar segurança jurídica, reduzir riscos e proteger o patrimônio das empresas.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Conclusão</span></h2>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Descanso Semanal Remunerado não representa apenas um direito do trabalhador, mas também um importante mecanismo de gestão empresarial. </span><span style="color: #000000;">Empresas que estruturam corretamente suas jornadas, escalas e controles de ponto reduzem significativamente a exposição a reclamações trabalhistas, autuações fiscais e condenações judiciais.</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mais do que cumprir a legislação, gerir corretamente o DSR significa investir em produtividade, conformidade legal e sustentabilidade das relações de trabalho.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>Daré &amp; Damasceno Advogados</strong></span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Advocacia Empresarial, Trabalhista e Previdenciária Preventiva</strong></span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Segurança Jurídica para quem gera empregos e produz riqueza no Brasil.</strong></span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>STF Derruba a Idade Mínima da Aposentadoria Especial: O Que Muda para Trabalhadores Expostos a Agentes Nocivos?</title>
		<link>https://segecompany.adv.br/2026/06/04/stf-derruba-a-idade-minima-da-aposentadoria-especial-o-que-muda-para-trabalhadores-expostos-a-agentes-nocivos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 14:17:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por Dr. Eder Daré &#8211; Advogado – OAB/BA 58.647Sócio da Daré &#38; Damasceno Advogados. O Supremo Tribunal Federal (STF) proferiu uma das mais importantes decisões previdenciárias dos últimos anos ao declarar inconstitucional a exigência de idade mínima para a concessão da aposentadoria especial dos trabalhadores expostos a agentes nocivos à saúde ou à integridade física. &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://segecompany.adv.br/2026/06/04/stf-derruba-a-idade-minima-da-aposentadoria-especial-o-que-muda-para-trabalhadores-expostos-a-agentes-nocivos/"> <span class="screen-reader-text">STF Derruba a Idade Mínima da Aposentadoria Especial: O Que Muda para Trabalhadores Expostos a Agentes Nocivos?</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-start="115" data-end="244"><span style="color: #000000;"><strong data-start="115" data-end="132"><img decoding="async" class=" wp-image-2592 alignleft" src="https://segecompany.adv.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_4656-200x300.jpg" alt="" width="182" height="273" srcset="https://segecompany.adv.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_4656-200x300.jpg 200w, https://segecompany.adv.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_4656-683x1024.jpg 683w, https://segecompany.adv.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_4656-768x1152.jpg 768w, https://segecompany.adv.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_4656-1024x1536.jpg 1024w, https://segecompany.adv.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_4656-1365x2048.jpg 1365w, https://segecompany.adv.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_4656.jpg 1600w" sizes="(max-width: 182px) 100vw, 182px" /><span style="color: #000000;">Por Dr. Eder Daré &#8211; </span></strong><strong>Advogado – OAB/BA 58.647</strong></span><br data-start="190" data-end="193" /><span style="color: #000000;"><strong>Sócio da Daré &amp; Damasceno Advogados.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="246" data-end="708"><span style="color: #000000;">O Supremo Tribunal Federal (STF) proferiu uma das mais importantes decisões previdenciárias dos últimos anos ao declarar <strong data-start="367" data-end="535">inconstitucional a exigência de idade mínima para a concessão da aposentadoria especial dos trabalhadores expostos a agentes nocivos à saúde ou à integridade física</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="246" data-end="708"><span style="color: #000000;">A decisão foi tomada no julgamento da ADI 6.309, que discutia dispositivos introduzidos pela Reforma da Previdência (EC nº 103/2019).</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="710" data-end="1025"><span style="color: #000000;">A Corte concluiu que exigir idade mínima de trabalhadores submetidos a ambientes insalubres, perigosos ou nocivos <strong>contraria a própria finalidade protetiva da aposentadoria especial, que existe justamente para reduzir o tempo de exposição do trabalhador aos riscos ocupacionais.</strong></span></p>
<h2 style="text-align: justify;" data-section-id="1uj2tkc" data-start="1032" data-end="1061"><span style="color: #000000;">O que estava em discussão?</span></h2>
<p style="text-align: justify;" data-start="1063" data-end="1150"><span style="color: #000000;">A Reforma da Previdência de 2019 criou um novo requisito para a aposentadoria especial:</span></p>
<div class="TyagGW_tableContainer" style="text-align: justify;">
<div class="group TyagGW_tableWrapper flex flex-col-reverse w-fit" tabindex="-1">
<table class="w-fit min-w-(--thread-content-width)" data-start="1152" data-end="1334">
<thead data-start="1152" data-end="1210">
<tr data-start="1152" data-end="1210">
<th class="last:pe-10" style="text-align: center;" data-start="1152" data-end="1173" data-col-size="sm"><span style="color: #000000;">Tempo de Exposição</span></th>
<th class="last:pe-10" style="text-align: center;" data-start="1173" data-end="1210" data-col-size="sm"><span style="color: #000000;">Idade Mínima Exigida pela Reforma</span></th>
</tr>
</thead>
<tbody data-start="1269" data-end="1334">
<tr data-start="1269" data-end="1290">
<td style="text-align: center;" data-start="1269" data-end="1279" data-col-size="sm"><span style="color: #000000;">15 anos</span></td>
<td style="text-align: center;" data-start="1279" data-end="1290" data-col-size="sm"><span style="color: #000000;">55 anos</span></td>
</tr>
<tr data-start="1291" data-end="1312">
<td style="text-align: center;" data-start="1291" data-end="1301" data-col-size="sm"><span style="color: #000000;">20 anos</span></td>
<td style="text-align: center;" data-start="1301" data-end="1312" data-col-size="sm"><span style="color: #000000;">58 anos</span></td>
</tr>
<tr data-start="1313" data-end="1334">
<td style="text-align: center;" data-start="1313" data-end="1323" data-col-size="sm"><span style="color: #000000;">25 anos</span></td>
<td style="text-align: center;" data-start="1323" data-end="1334" data-col-size="sm"><span style="color: #000000;">60 anos</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;" data-start="1336" data-end="1551"><span style="color: #000000;">Na prática, mesmo que o trabalhador já tivesse cumprido todo o período de exposição aos agentes nocivos, ele precisava aguardar atingir a idade mínima para requerer o benefício. A CNTI (Confederação Nacional dos Trabalhadores da Indústria) sustentou que essa exigência descaracterizava a finalidade da aposentadoria especial e obrigava o trabalhador a permanecer mais tempo em ambiente prejudicial à saúde.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;" data-section-id="1gk2ooi" data-start="1826" data-end="1860"><span style="color: #000000;">Qual foi o entendimento do STF?</span></h2>
<p style="text-align: justify;" data-start="1862" data-end="1960"><span style="color: #000000;">A maioria dos ministros entendeu que a regra criada pela Reforma produzia um efeito contraditório:</span></p>
<blockquote data-start="1962" data-end="2174">
<p data-start="1964" data-end="2174"><span style="color: #000000;">O benefício existe para afastar o trabalhador da exposição prolongada a agentes nocivos, mas a exigência de idade mínima obrigava justamente a continuidade dessa exposição.</span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;" data-start="2176" data-end="2414"><span style="color: #000000;"><strong>Prevaleceu a tese de que a proteção à saúde do trabalhador possui status constitucional e não pode ser esvaziada por critérios que prolonguem sua permanência em atividades potencialmente prejudiciais.</strong></span></p>
<h2 style="text-align: justify;" data-section-id="fp5wei" data-start="2421" data-end="2447"><span style="color: #000000;">O que continua valendo?</span></h2>
<p style="text-align: justify;" data-start="2449" data-end="2550"><span style="color: #000000;">Embora tenha afastado a idade mínima, o STF manteve dois pontos relevantes da Reforma da Previdência:</span></p>
<h3 style="text-align: left;" data-section-id="1x3d2v4" data-start="2552" data-end="2624"><span style="color: #000000;">1. Proibição da conversão do tempo especial em comum após 13/11/2019: </span></h3>
<p style="text-align: justify;" data-start="2626" data-end="2786"><span style="color: #000000;">Permanece válida a regra que impede a conversão do tempo especial em tempo comum para períodos trabalhados após a Reforma.</span></p>
<h3 style="text-align: left;" data-section-id="14blamg" data-start="2788" data-end="2829"><span style="color: #000000;">2. Nova forma de cálculo do benefício:</span></h3>
<p style="text-align: justify;" data-start="2831" data-end="3039"><span style="color: #000000;">Também foi mantido o modelo de cálculo criado pela EC nº 103/2019, que passou a considerar a média de 100% das contribuições, aplicando coeficientes previstos na reforma.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;" data-section-id="1enikjz" data-start="3046" data-end="3075"><span style="color: #000000;">Quem pode ser beneficiado?</span></h2>
<p style="text-align: justify;" data-start="3077" data-end="3193"><span style="color: #000000;">A decisão interessa especialmente aos trabalhadores expostos de forma habitual e permanente a agentes nocivos, como:</span></p>
<ul style="text-align: justify;" data-start="3195" data-end="3597">
<li data-section-id="1jetyzy" data-start="3195" data-end="3220"><span style="color: #000000;">Profissionais da saúde;</span></li>
<li data-section-id="1fl4m7o" data-start="3221" data-end="3247"><span style="color: #000000;">Técnicos de laboratório;</span></li>
<li data-section-id="bh5x77" data-start="3248" data-end="3285"><span style="color: #000000;">Trabalhadores da indústria química;</span></li>
<li data-section-id="1guxl7f" data-start="3286" data-end="3301"><span style="color: #000000;">Metalúrgicos;</span></li>
<li data-section-id="1gbqh7t" data-start="3302" data-end="3315"><span style="color: #000000;">Soldadores;</span></li>
<li data-section-id="2teo9n" data-start="3316" data-end="3327"><span style="color: #000000;">Mineiros;</span></li>
<li data-section-id="16lvj7x" data-start="3328" data-end="3386"><span style="color: #000000;">Trabalhadores expostos a ruído acima dos limites legais;</span></li>
<li data-section-id="16lvj7x" data-start="3328" data-end="3386"><span style="color: #000000;">Trabalhadores expostos sem proteção (EPI´s) ou outras formas de proteção a agentes quimicos ou insalúbres;</span></li>
<li data-section-id="16lvj7x" data-start="3328" data-end="3386"><span style="color: #000000;">Trabalhadores expostos a rúidos ambientais de forma habitual;</span></li>
<li data-section-id="k0c60w" data-start="3387" data-end="3433"><span style="color: #000000;">Trabalhadores expostos a agentes biológicos;</span></li>
<li data-section-id="1yqilzj" data-start="3434" data-end="3482"><span style="color: #000000;">Trabalhadores expostos a agentes cancerígenos;</span></li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;" data-section-id="wvcffv" data-start="3604" data-end="3630"><span style="color: #000000;">O impacto para empresas:</span></h2>
<p><span style="color: #000000;">A decisão também traz reflexos importantes para o setor empresarial. Empresas que mantêm trabalhadores expostos a agentes nocivos deverão redobrar a atenção quanto à:</span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">Atualização dos PPPs;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Consistência dos LTCATs;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Inventário de riscos do PGR;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Informações transmitidas ao eSocial;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Gestão de riscos ocupacionais;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Controle de agentes físicos, químicos e biológicos;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Rastreabilidade documental das exposições ocupacionais, além da avaliação da gestão de segurança e medicina do trabalho de forma geral e abrangente.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;" data-start="4080" data-end="4203"><span style="color: #000000;">Falhas nesses documentos poderão gerar discussões previdenciárias, trabalhistas e tributárias de grande impacto financeiro.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;" data-section-id="ukw5nb" data-start="4210" data-end="4250"><span style="color: #000000;">O papel estratégico do PPP e do LTCAT:</span></h2>
<p style="text-align: justify;" data-start="4252" data-end="4470"><span style="color: #000000;">A decisão reforça algo que há anos defendemos na Daré &amp; Damasceno: <strong data-start="4319" data-end="4470">o PPP deixou de ser apenas um documento previdenciário e tornou-se um instrumento estratégico de gestão de passivos trabalhistas e previdenciários.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="4472" data-end="4546"><span style="color: #000000;">Empresas que possuem documentos técnicos inconsistentes poderão enfrentar:</span></p>
<ul style="text-align: justify;" data-start="4548" data-end="4752">
<li data-section-id="13v9l0o" data-start="4548" data-end="4592"><span style="color: #000000;">Reconhecimento indevido de tempo especial;</span></li>
<li data-section-id="zo47je" data-start="4593" data-end="4614"><span style="color: #000000;">Ações trabalhistas;</span></li>
<li data-section-id="1wlpta6" data-start="4615" data-end="4641"><span style="color: #000000;">Questionamentos do INSS;</span></li>
<li data-section-id="11q6im9" data-start="4642" data-end="4684"><span style="color: #000000;">Fiscalizações do Ministério do Trabalho e Autuações do Ministério Público do Trabalho;</span></li>
<li data-section-id="yyihl5" data-start="4685" data-end="4721"><span style="color: #000000;">Ações regressivas previdenciárias;</span></li>
<li data-section-id="s6smld" data-start="4722" data-end="4752"><span style="color: #000000;">Aumento de passivos trabalhistas ocultos.</span></li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;" data-section-id="z7xkmv" data-start="4759" data-end="4784"><span style="color: #000000;">Nossa análise jurídica:</span></h2>
<p style="text-align: justify;" data-start="4786" data-end="4863"><span style="color: #000000;">A decisão do STF resgata a essência constitucional da aposentadoria especial. A lógica do benefício sempre foi preventiva, ou seja, retirar o trabalhador do ambiente nocivo antes que os danos à saúde se tornem irreversíveis.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="4786" data-end="4863"><span style="color: #000000;">Sob esse aspecto, a exigência de idade mínima realmente criava uma contradição jurídica evidente: o trabalhador completava o tempo máximo de exposição permitido pela legislação, mas era obrigado a continuar exposto para alcançar a idade necessária à aposentadoria.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="5308" data-end="5574"><span style="color: #000000;">Por outro lado, a manutenção da vedação da conversão de tempo especial em comum e da nova fórmula de cálculo demonstra que o STF buscou preservar parte dos mecanismos de equilíbrio atuarial criados pela Reforma da Previdência.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;" data-section-id="h85oci" data-start="5581" data-end="5593"><span style="color: #000000;">Conclusão:</span></h2>
<p style="text-align: justify;" data-start="5595" data-end="5743"><span style="color: #000000;">A decisão representa uma das maiores vitórias previdenciárias dos trabalhadores expostos a condições nocivas desde a Reforma da Previdência de 2019. Ao afastar a exigência de idade mínima, o STF reafirma que a proteção da saúde do trabalhador deve prevalecer quando estiver em conflito com regras que prolonguem sua exposição ao risco.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="5973" data-end="6063"><span style="color: #000000;">Para trabalhadores, é o momento de revisar o histórico laboral, PPPs e períodos especiais.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="6065" data-end="6184"><span style="color: #000000;">Para empresas, é o momento de revisar documentos técnicos, programas de gestão de segurança e medicina do trabalho e estratégias de compliance previdenciário.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="6186" data-end="6266"><span style="color: #000000;"><strong data-start="6186" data-end="6266">A prevenção continua sendo a melhor ferramenta para evitar passivos futuros.</strong></span></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://segecompany.adv.br/2026/06/04/stf-derruba-a-idade-minima-da-aposentadoria-especial-o-que-muda-para-trabalhadores-expostos-a-agentes-nocivos/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Teste de Gravidez no Trabalho: O Que Sua Empresa Precisa Saber Para Evitar Processos, Multas e Passivos Trabalhistas</title>
		<link>https://segecompany.adv.br/2026/06/02/teste-de-gravidez-no-trabalho-o-que-sua-empresa-precisa-saber-para-evitar-processos-multas-e-passivos-trabalhistas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 13:08:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos empregadores acreditam que o maior risco envolvendo gravidez ocorre durante a contratação. Na prática, os maiores passivos trabalhistas costumam surgir justamente no momento da demissão. Uma dispensa realizada sem os cuidados jurídicos adequados pode resultar em reintegração da empregada, pagamento de salários retroativos, indenizações e longas disputas judiciais. Por isso, compreender o que a legislação &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://segecompany.adv.br/2026/06/02/teste-de-gravidez-no-trabalho-o-que-sua-empresa-precisa-saber-para-evitar-processos-multas-e-passivos-trabalhistas/"> <span class="screen-reader-text">Teste de Gravidez no Trabalho: O Que Sua Empresa Precisa Saber Para Evitar Processos, Multas e Passivos Trabalhistas</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Muitos empregadores acreditam que o maior risco envolvendo gravidez ocorre durante a contratação. Na prática, os maiores passivos trabalhistas costumam surgir justamente no momento da demissão. </span><span style="color: #000000;">Uma dispensa realizada sem os cuidados jurídicos adequados pode resultar em reintegração da empregada, pagamento de salários retroativos, indenizações e longas disputas judiciais.</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por isso, compreender o que a legislação permite — e principalmente o que ela proíbe — é fundamental para proteger a empresa.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><strong><span style="color: #000000;">A Empresa Pode Exigir Teste de Gravidez na Admissão?</span></strong></h2>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Não.</span></strong></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A legislação trabalhista proíbe expressamente a exigência de teste de gravidez como condição para contratação. </span><span style="color: #000000;">A Lei nº 9.029/95 e o artigo 373-A da CLT consideram discriminatória qualquer prática destinada a verificar gravidez para fins admissionais.</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Isso significa que a empresa não pode:</span></p>
<ol>
<li><span style="color: #000000;">Exigir exame Beta HCG;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Solicitar declaração de não gravidez;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Perguntar se a candidata está grávida ou pretende engravidar;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Condicionar a contratação ao resultado de exame gestacional.</span></li>
</ol>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além da possibilidade de indenização por danos morais, a empresa pode responder por prática discriminatória perante a Justiça do Trabalho.</span></p>
<h2 class="isSelectedEnd" style="text-align: left;"><strong><span style="color: #000000;">O Teste de Gravidez no Exame Demissional Pode Ser Realizado?</span></strong></h2>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">A questão não é tão simples quanto parece.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="697" data-end="892"><span style="color: #000000;">A discussão jurídica sobre a realização do teste de gravidez no exame demissional evoluiu significativamente nos últimos anos em razão do aumento das demandas envolvendo estabilidade gestacional.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="894" data-end="1325"><span style="color: #000000;">A proteção constitucional à maternidade assegura à empregada gestante estabilidade provisória desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto, nos termos do artigo 10, inciso II, alínea &#8220;b&#8221;, do ADCT. A Súmula 244 do Tribunal Superior do Trabalho consolidou o entendimento de que o desconhecimento do estado gravídico pelo empregador não afasta o direito à estabilidade provisória.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="894" data-end="1325"><span style="color: #000000;">Além disso, o Supremo Tribunal Federal, ao julgar o Tema 497 da Repercussão Geral, definiu que a garantia constitucional decorre da existência objetiva da gravidez no momento da dispensa, independentemente do conhecimento da empregada ou do empregador.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="1619" data-end="1836"><span style="color: #000000;">Esse entendimento produziu um efeito prático relevante: empresas passaram a responder judicialmente por dispensas consideradas nulas mesmo quando não possuíam qualquer conhecimento da gestação à época do desligamento.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="1838" data-end="2039"><span style="color: #000000;">Diante desse cenário, surgiu a controvérsia acerca da possibilidade de realização do teste de gravidez no exame demissional como mecanismo preventivo de proteção tanto à empregada quanto ao empregador.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="2041" data-end="2560"><span style="color: #000000;">A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho decidiu que a solicitação do exame de gravidez por ocasião da rescisão contratual não configura, por si só, prática discriminatória ou violação à intimidade da trabalhadora, desde que realizada com finalidade legítima de conferir segurança jurídica ao encerramento do contrato de trabalho. Segundo o entendimento do TST, a medida pode servir para evitar dispensas inválidas e assegurar a imediata proteção dos direitos da gestante.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="2562" data-end="2877"><span style="color: #000000;">O TRT da 4ª Região (Rio Grande do Sul), ao divulgar esse precedente, destacou que a vedação legal existente refere-se à exigência de testes de gravidez para fins admissionais ou durante a relação de emprego, situação distinta daquela analisada no contexto do exame demissional.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="2879" data-end="3218"><span style="color: #000000;">No âmbito do TRT da 5ª Região (Bahia), observa-se alinhamento rigoroso à jurisprudência consolidada do TST quanto à proteção da estabilidade gestacional, reconhecendo de forma ampla os direitos decorrentes da gravidez independentemente da modalidade contratual ou do conhecimento prévio do empregador.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="3220" data-end="3560"><span style="color: #000000;">Contudo, é importante destacar que não existe obrigação legal de realização do teste de gravidez no exame demissional. Sua adoção deve ser precedida de análise jurídica, médica e de compliance trabalhista, considerando as particularidades da atividade empresarial, os riscos ocupacionais envolvidos e os protocolos internos de desligamento.</span></p>
<h2 style="text-align: left;" data-start="3220" data-end="3560"><strong><span style="color: #000000;">Onde as Empresas Mais Erram?</span></strong></h2>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nossa atuação na defesa de empregadores demonstra que os principais problemas decorrem da ausência de procedimentos internos adequados.</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os erros mais frequentes incluem:</span></p>
<ol>
<li><span style="color: #000000;">Falhas nos processos admissionais;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Desligamentos realizados sem análise jurídica prévia;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Falta de integração entre RH, Medicina do Trabalho e Jurídico;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Ausência de protocolos específicos para casos envolvendo gestantes;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Desconhecimento das decisões mais recentes do TST e STF;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Documentação ocupacional inadequada.</span></li>
</ol>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na maioria dos casos, o passivo poderia ter sido evitado com uma simples orientação preventiva.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><strong><span style="color: #000000;">Como a Daré e Damasceno Advogados Pode Proteger Sua Empresa</span></strong></h2>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nosso escritório atua de forma preventiva e estratégica para reduzir riscos trabalhistas e evitar litígios desnecessários.</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Oferecemos:</span></strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">1- Auditoria Trabalhista Preventiva:</span></strong></h3>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mapeamento de riscos em admissões, contratos, desligamentos e rotinas de RH.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><strong><span style="color: #000000;">2 &#8211; Revisão de Procedimentos Internos:</span></strong></h3>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Análise e adequação de formulários, políticas corporativas e processos de contratação e rescisão.</span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">3 &#8211; Compliance Trabalhista:</span></strong></h3>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Implementação de protocolos jurídicos voltados à redução de passivos e fortalecimento da segurança jurídica empresarial.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><strong><span style="color: #000000;">4 &#8211; Defesa em Reclamações Trabalhistas:</span></strong></h3>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Atuação especializada na defesa de empresas em ações envolvendo estabilidade gestacional, discriminação, danos morais e nulidade de desligamentos.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><strong><span style="color: #000000;">O Melhor Processo Trabalhista é Aquele Que Não Acontece</span></strong></h2>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Empresas que investem em prevenção jurídica gastam menos com ações trabalhistas, reduzem riscos financeiros e aumentam a segurança das decisões tomadas pelo RH e pela gestão. </span><span style="color: #000000;">Mais do que defender empresas em processos, a Daré e Damasceno Advogados trabalha para evitar que eles aconteçam.</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Daré e Damasceno Advogados &#8211; </span><span style="color: #000000;">Especialistas em Direito do Trabalho Empresarial, Compliance Trabalhista e Gestão Preventiva de Passivos.</span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4de.png" alt="📞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <span style="color: #0000ff;"><strong>WhatsApp: (77) 99864-8792</strong></span></span></p>
<p class="isSelectedEnd" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4e7.png" alt="📧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Atendimento jurídico consultivo e contencioso para empresas de todos os portes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Antes de contratar, desligar ou implementar procedimentos ocupacionais, consulte uma assessoria jurídica especializada. A prevenção custa menos que o litígio.</span></p>
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					<wfw:commentRss>https://segecompany.adv.br/2026/06/02/teste-de-gravidez-no-trabalho-o-que-sua-empresa-precisa-saber-para-evitar-processos-multas-e-passivos-trabalhistas/feed/</wfw:commentRss>
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		<title>Adicional ao SAT por Exposição ao Ruído: Novas Perspectivas e Ações Estratégicas para Empresas</title>
		<link>https://segecompany.adv.br/2025/12/15/adicional-ao-sat-por-exposicao-ao-ruido-novas-perspectivas-a-luz-da-jurisprudencia-recente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 14:11:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisões de Carf e TRF4 sinalizam revisão do entendimento sobre presunção de ineficácia dos equipamentos de proteção individual &#8211; EPI A recente evolução jurisprudencial e as interpretações administrativas sobre o adicional ao Seguro de Acidente de Trabalho (SAT), também conhecido como GILRAT, no contexto da exposição ocupacional ao ruído, têm gerado um cenário de desafios &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://segecompany.adv.br/2025/12/15/adicional-ao-sat-por-exposicao-ao-ruido-novas-perspectivas-a-luz-da-jurisprudencia-recente/"> <span class="screen-reader-text">Adicional ao SAT por Exposição ao Ruído: Novas Perspectivas e Ações Estratégicas para Empresas</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="sc-cdd47be7-2 bqMvBn" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Decisões de Carf e TRF4 sinalizam revisão do entendimento sobre presunção de ineficácia dos equipamentos de proteção individual &#8211; EPI</span></h2>
<p style="text-align: justify;" data-start="421" data-end="720"><span style="color: #000000;">A recente evolução jurisprudencial e as interpretações administrativas sobre o <strong data-start="500" data-end="583">adicional ao Seguro de Acidente de Trabalho (SAT), também conhecido como GILRAT</strong>, no contexto da <strong data-start="600" data-end="634">exposição ocupacional ao ruído</strong>, têm gerado um cenário de desafios e oportunidades para empresas de diversos setores.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="421" data-end="720"><span style="color: #000000;">O tradicional entendimento técnico-jurídico que condicionava o adicional ao SAT exclusivamente à comprovação de exposição nociva do trabalhador agora convive com debates intensos sobre a eficácia de medidas de controle e a forma de <strong data-start="954" data-end="1019">documentação técnica exigida pela fiscalização e pela Justiça do trabalho</strong>, pressionando empregadores a revisarem suas estratégias de compliance trabalhista e previdenciário.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;" data-start="1126" data-end="1166"><span style="color: #000000;"><strong data-start="1129" data-end="1166">Contexto Legal e Normativo do SAT</strong></span></h2>
<p style="text-align: justify;" data-start="1168" data-end="1594"><span style="color: #000000;">O SAT, disciplinado pela <strong data-start="1193" data-end="1214">Lei nº 8.212/1991</strong> (arts. 22 e 202) e regulamentado pelo <strong data-start="1253" data-end="1278">Decreto nº 3.048/1999</strong>, é uma contribuição previdenciária de caráter acidentário cujo percentual varia conforme o grau de risco da atividade empresarial (1%, 2% ou 3%). O adicional (adicional do SAT/GILRAT) decorre da exposição do trabalhador a agentes nocivos à saúde ou à integridade física, como agentes químicos, físicos e biológicos.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="1596" data-end="2045"><span style="color: #000000;">A <strong data-start="1598" data-end="1676">exposição ao ruído acima dos limites tolerados pela legislação trabalhista</strong> — como o previsto no Anexo 1 da <strong data-start="1709" data-end="1748">NR-15 (ruído contínuo/intermitente)</strong> — sempre foi elemento central para a discussão tanto em sede previdenciária quanto trabalhista. <strong>Níveis de ruído acima de 85 dB(A) em jornada diária configuram condição potencialmente insalubre, implicando riscos de perdas auditivas e outros efeitos de saúde.</strong></span></p>
<h2 style="text-align: justify;" data-start="2052" data-end="2100"><span style="color: #000000;"><strong data-start="2055" data-end="2100">Jurisprudência Recente: STF e TST em Foco</strong></span></h2>
<h3 style="text-align: justify;" data-start="2102" data-end="2144"><span style="color: #000000;"><strong data-start="2106" data-end="2144">Tema 555 do STF e suas Implicações</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;" data-start="2146" data-end="2737"><span style="color: #000000;">No <strong data-start="2149" data-end="2199">Tema 555 de repercussão geral (ARE 664.335/SC)</strong>, o <strong data-start="2203" data-end="2231">Supremo Tribunal Federal</strong> assentou entendimento relevante sobre a exposição ao ruído: a simples declaração no PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário) de eficácia de EPI não descaracteriza a exposição ao agente nocivo para fins de concessão de aposentadoria especial. Isso tem sido interpretado pelas autoridades administrativas como gerando, <strong data-start="2553" data-end="2572">automaticamente, a obrigação de recolher o adicional ao SAT quando houver ruído acima dos limites, independentemente da neutralização por EPI</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="2146" data-end="2737"><span style="color: #000000;">Esse posicionamento, embora focado originalmente na matéria previdenciária (tempo especial para aposentadoria), tem sido usado como argumento pela <strong>Receita Federal</strong> na base de lançamento de créditos tributários por meio da <strong data-start="2960" data-end="2984">Malha Fiscal Digital</strong>, <strong>cruzando informações do eSocial (S-2240) com os eventos de remuneração e identificando passivos por falta de recolhimento do GILRAT adicional relacionados à exposição ao ruído.</strong></span></p>
<h2 style="text-align: justify;" data-start="3202" data-end="3258"><span style="color: #000000;"><strong data-start="3206" data-end="3258">TST: Controle da Eficácia do EPI e Insalubridade</strong></span></h2>
<p style="text-align: justify;" data-start="3260" data-end="3729"><span style="color: #000000;">No âmbito trabalhista, decisões recentes da 5ª e 8ª Turmas do <strong data-start="3322" data-end="3361">Tribunal Superior do Trabalho (TST)</strong> confirmaram que, em ações de insalubridade, o <strong data-start="3408" data-end="3466">Fornecimento eficaz de EPI comprovado em laudo técnico</strong> <strong>pode neutralizar a insalubridade e afastar o pagamento de adicionais <em data-start="3536" data-end="3547">in natura</em>.</strong> Tais decisões reforçam a necessidade de avaliação técnica rigorosa, considerando condições reais de exposição e qualificação dos equipamentos.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;" data-start="3736" data-end="3774"><span style="color: #000000;"><strong data-start="3739" data-end="3774">Impactos Práticos para Empresas</strong></span></h2>
<h3 style="text-align: justify;" data-start="3776" data-end="3841"><span style="color: #000000;"><strong data-start="3780" data-end="3841">1) Compliance SST Integrado com Tributário/Previdenciário</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;" data-start="3843" data-end="3972"><span style="color: #000000;">O cruzamento de dados no eSocial e a atuação da fiscalização exigem que as empresas adotem uma abordagem <em data-start="3948" data-end="3959">holística</em> que integre:</span></p>
<ul style="text-align: justify;" data-start="3974" data-end="4307">
<li data-start="3974" data-end="4019">
<p data-start="3976" data-end="4019"><span style="color: #000000;"><strong data-start="3976" data-end="4018">Higiene ocupacional e medição de ruído</strong>;</span></p>
</li>
<li data-start="4020" data-end="4083">
<p data-start="4022" data-end="4083"><span style="color: #000000;"><strong data-start="4022" data-end="4082">Laudos técnicos, LTCAT e documentação probatória robusta</strong>;</span></p>
</li>
<li data-start="4084" data-end="4134">
<p data-start="4086" data-end="4134"><span style="color: #000000;"><strong data-start="4086" data-end="4133">Políticas de proteção coletiva e individual</strong>;</span></p>
</li>
<li data-start="4135" data-end="4190">
<p data-start="4137" data-end="4190"><span style="color: #000000;"><strong data-start="4137" data-end="4189">Registro exato de exposições no eSocial (S-2240)</strong>;</span></p>
</li>
<li data-start="4191" data-end="4307">
<p data-start="4193" data-end="4307"><span style="color: #000000;"><strong data-start="4193" data-end="4268">Revisão de bases de cálculo e recolhimentos previdenciários/tributários</strong>.</span></p>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><strong>Uma falha documental ou técnica pode resultar em autuações, cobrança retroativa de GILRAT adicional, juros e multas, além de exposição a demandas judiciais trabalhistas por insalubridade.</strong></span></p>
<h2 style="text-align: justify;" data-start="4503" data-end="4564"><span style="color: #000000;"><strong data-start="4506" data-end="4564">Estratégias Jurídico-Técnicas para Redução de Passivos</strong></span></h2>
<p style="text-align: justify;" data-start="4566" data-end="4639"><span style="color: #000000;">Empresas que investem em governança de SST e compliance tributário podem:</span></p>
<ul style="text-align: justify;" data-start="4641" data-end="5210">
<li data-start="4641" data-end="4744">
<p data-start="4643" data-end="4744"><span style="color: #000000;"><strong data-start="4643" data-end="4702">Contratar uma assessoria técnica e jurídica especializada. </strong>Como a Seg &amp; Company;</span></p>
</li>
<li data-start="4641" data-end="4744">
<p data-start="4643" data-end="4744"><span style="color: #000000;"><strong data-start="4643" data-end="4702">Revisar periodicidade e metodologia de medição de ruído</strong>, com engenheiro de segurança do trabalho;</span></p>
</li>
<li data-start="4745" data-end="4839">
<p data-start="4747" data-end="4839"><span style="color: #000000;"><strong data-start="4747" data-end="4773">Elaborar LTCAT robusto</strong> para embasar a neutralização técnica do agente, quando aplicável;</span></p>
</li>
<li data-start="4840" data-end="4933">
<p data-start="4842" data-end="4933"><span style="color: #000000;"><strong data-start="4842" data-end="4872">Atualizar PGR/PCMSO e PPP</strong> de forma consistente com a realidade dos postos de trabalho;</span></p>
</li>
<li data-start="4934" data-end="5055">
<p data-start="4936" data-end="5055"><span style="color: #000000;"><strong data-start="4936" data-end="4983">Implementar controles internos documentados</strong> que comprovem efetividade de medidas de controle coletivo e individual;</span></p>
</li>
<li data-start="5056" data-end="5210">
<p data-start="5058" data-end="5210"><span style="color: #000000;"><strong data-start="5058" data-end="5137">Assessorar tecnicamente a elaboração de defesas administrativas e judiciais</strong> em casos de autuações ou demandas.</span></p>
</li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;" data-start="5217" data-end="5264"><span style="color: #000000;"><strong data-start="5220" data-end="5264">Contratar a Daré e Damasceno Advogados</strong></span></h2>
<p style="text-align: justify;" data-start="5266" data-end="5471"><span style="color: #000000;">Frente ao cenário jurídico em transformação — com jurisprudência multisectorial e interpretações administrativas em evolução — empresas que não anteciparem estratégias podem enfrentar passivos expressivos.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="5473" data-end="5665"><span style="color: #000000;"><strong data-start="5473" data-end="5503">Daré e Damasceno Advogados</strong>, com atuação especializada em <strong data-start="5534" data-end="5594">Direito do Trabalho, Segurança e Saúde no Trabalho (SST)</strong> e <strong data-start="5597" data-end="5655">consultoria em compliance trabalhista e previdenciário</strong>, oferece:</span></p>
<ul style="text-align: justify;" data-start="5667" data-end="6071">
<li data-start="5667" data-end="5757">
<p data-start="5669" data-end="5757"><span style="color: #000000;"><strong data-start="5669" data-end="5756">Auditoria preventiva de exposição a agentes nocivos e risco de SAT/GILRAT adicional</strong>;</span></p>
</li>
<li data-start="5758" data-end="5824">
<p data-start="5760" data-end="5824"><span style="color: #000000;"><strong data-start="5760" data-end="5823">Assessoria técnica na elaboração de LTCAT, PGR/PCMSO e PPP</strong>;</span></p>
</li>
<li data-start="5825" data-end="5879">
<p data-start="5827" data-end="5879"><span style="color: #000000;"><strong data-start="5827" data-end="5878">Defesa administrativa na Receita Federal e CARF</strong>;</span></p>
</li>
<li data-start="5880" data-end="5977">
<p data-start="5882" data-end="5977"><span style="color: #000000;"><strong data-start="5882" data-end="5976">Estratégias contenciosas e consultivas em ações trabalhistas envolvendo ruído e adicionais</strong>;</span></p>
</li>
<li data-start="5978" data-end="6071">
<p data-start="5980" data-end="6071"><span style="color: #000000;"><strong data-start="5980" data-end="6070">Treinamentos e capacitações em SST integrados à gestão tributária e folha de pagamento</strong>.</span></p>
</li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;" data-start="6078" data-end="6094"><span style="color: #000000;"><strong data-start="6081" data-end="6094">Conclusão</strong></span></h2>
<p style="text-align: justify;" data-start="6096" data-end="6291"><span style="color: #000000;">O tema do <strong data-start="6106" data-end="6149">adicional ao SAT por exposição ao ruído</strong> deixou de ser puramente técnico-higienista para assumir dimensões jurídicas e tributárias estratégicas. Empresários precisam compreender que:</span></p>
<ul style="text-align: justify;" data-start="6293" data-end="6498">
<li data-start="6293" data-end="6352">
<p data-start="6295" data-end="6352"><span style="color: #000000;">A prova técnica e documentação documental são essenciais;</span></p>
</li>
<li data-start="6353" data-end="6437">
<p data-start="6355" data-end="6437"><span style="color: #000000;">A interpretação da eficácia de medidas protetivas é examinada em múltiplos níveis;</span></p>
</li>
<li data-start="6438" data-end="6498">
<p data-start="6440" data-end="6498"><span style="color: #000000;">A falta de planejamento pode gerar passivos consideráveis.</span></p>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;" data-start="6500" data-end="6696"><span style="color: #000000;">Com atuação integrada e especializada, é possível <strong data-start="6550" data-end="6627">reduzir riscos, corrigir procedimentos e defender interesses empresariais</strong> com fundamentos legais sólidos e alinhados à jurisprudência vigente.</span></p>
<p data-start="1596" data-end="2045">
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		<title>Conheça o que é o CLT premium, &#8216;emprego dos sonhos&#8217; que viralizou nas redes</title>
		<link>https://segecompany.adv.br/2024/10/02/conheca-o-que-e-o-clt-premium-emprego-dos-sonhos-que-viralizou-nas-redes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Oct 2024 18:36:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[CLT ou PJ? Essa discussão está dividindo opiniões na internet. O debate ganhou ainda mais força com o surgimento da trend &#8220;CLT premium&#8221;, termo usado para se referir a profissionais com carteira assinada que têm benefícios além dos já previstos em lei. Quem não está familiarizado com essas três categorias, incluindo &#8220;CLT premium&#8221;, que não &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://segecompany.adv.br/2024/10/02/conheca-o-que-e-o-clt-premium-emprego-dos-sonhos-que-viralizou-nas-redes/"> <span class="screen-reader-text">Conheça o que é o CLT premium, &#8216;emprego dos sonhos&#8217; que viralizou nas redes</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="chunk-crd4l">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="3">
<p class=" content-text__container " style="text-align: justify;" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"><span style="color: #000000;"><strong>CLT ou PJ?</strong> Essa discussão está dividindo opiniões na internet. O debate ganhou ainda mais força com o surgimento da trend <strong>&#8220;CLT premium&#8221;</strong>, termo usado para se referir a profissionais com carteira assinada que têm benefícios além dos já previstos em lei. </span><span style="color: #000000; font-size: 16px;">Quem não está familiarizado com essas três categorias, incluindo &#8220;CLT premium&#8221;, </span><span style="color: #000000; font-size: 16px;">que não tem previsão legal</span><span style="color: #000000; font-size: 16px;">, pode até se confundir.</span></p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-2ec45" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="6">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"><span style="color: #000000;">Em resumo, o trabalhador CLT é aquele que foi <span class="highlight highlighted">admitido sob o regime de Consolidação das Leis do Trabalho</span>. </span><span style="color: #000000; font-size: 16px;">Enquanto isso, PJ é o profissional que</span><span class="highlight highlighted" style="color: #000000; font-size: 16px;"> presta serviços sob a figura de Pessoa Jurídica</span><span style="color: #000000; font-size: 16px;">, por meio de um contrato entre a empresa dele e a contratante.</span></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7bakc" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="7">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: 16px;">A principal diferença entre esses dois modelos é que o colaborador com carteira assinada possui </span>direitos assegurados pelas leis do trabalho<span style="font-size: 16px;">, como descanso semanal e férias remuneradas, mas o</span> salário final tende a ser menor se comparado ao de um prestador PJ.</span></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bqu5h" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"><span style="color: #000000;">Isso ocorre porque a carga tributária que incide sobre a remuneração do trabalhador sob regime CLT é maior. Isso inclui custos com INSS, Fundo de Garantia (FGTS) e benefícios obrigatórios por lei, como o auxílio-transporte.</span></p>
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"><span style="font-size: 16px; color: #000000;">Outros recursos, como vale-refeição &#8211; que não constam da CLT &#8211; podem ser oferecidos por meio de acordos e convenções entre empresas e sindicatos.</span></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c1m8u">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " style="text-align: justify;" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"><span style="color: #000000;">Já benefícios de <strong>&#8220;luxo&#8221;</strong>, como valores altos no vale-refeição ou academia de graça, &#8220;ostentados&#8221; na trend dos CLT &#8220;premium&#8221;, são oferecidos por alguns empregadores — e podem ser retirados por eles também <em>(entenda abaixo)</em>.</span></p>
<h2 data-track-category="Link no Texto" data-mrf-recirculation="Article links"><strong><span style="color: #000000;">Colaboradores CLT premium</span></strong></h2>
</div>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Se você tem alguma rede social, já ouviu falar na mais nova <em>trend</em> sobre o funcionário “CLT Premium”. Mas o que você não sabe é que a brincadeira da internet tem como base duas mudanças cruciais ocorridas no mercado de trabalho desde 2017. Uma delas foi a reforma trabalhista de 2017 e a outra foi a pandemia, que obrigou muitos empregados a ficarem confinados em suas casas de um dia para outro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A reforma abriu a possibilidade de o empregador pagar premiações ou benefícios aos funcionários, sem que isso se configurasse como um aumento de salário. Uma questão legal importante, uma vez que sobre o salário incide Imposto de Renda, além de todas as questões legais obrigatórias. Já sobre benefícios, há flexibilidade e toda uma possibilidade, inclusive, de se abater do IR da empresa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Falar em prêmio e não em comissão é importante dentro do ponto de vista legal”, explica advogado Glauber Carvalho. Segundo o especialista, a Consolidação das Leis Trabalhistas, mais conhecida pela sigla CLT, é um compilado das regras que regem as relações de trabalho há mais de 80 anos. Foi ela que estabeleceu coisas básicas como trabalho de 8 horas por dia, com intervalos de uma hora de almoço, por cinco dias por semana, incluindo o direito ao descanso semanal, férias, 13º salário entre outros.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas por que “CLT Premium”?</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O que os colaboradores <strong>“CLT Premium”</strong> têm são benefícios extras, que vão bem além do básico vale refeição ou convênio médico, chegando a vales para academia de ginástica, incentivo para estudo como pagamento de pós-graduação, cursos de idiomas, acesso a psicólogo, entre outros profissionais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“As empresas sempre tiveram cuidado com pagamentos de remunerações extras para que não configurassem aquilo como parte do salário. Além disso, se outro empregado na mesma função ganhasse menos, isso poderia servir para reclamações na Justiça do Trabalho”, explica Glauber.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Efeito pandemia</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por outro lado, a pandemia trouxe à tona uma questão importantíssima que as empresas sentiam, especialmente com as altas taxas de absenteísmo, mas passavam ao largo. A saúde mental dos funcionários e seu bem-estar começaram a ficar claros na medida em que a pessoa não saía mais de casa. Segundo especialistas de recursos humanos, o confinamento expôs problemas que já existiam, mas que ganharam maior importância dentro das novas circunstâncias de uma pandemia global.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px; color: #000000;">O home office expôs problemas que muitos viviam em suas casas e trouxe à tona a discussão sobre como as empresas tinham de pensar na qualidade de vida daquele indivíduo. Isso ajudou a mudar o perfil dos benefícios concedidos pelas companhias, que passaram a criar novas opções, desde verbas para montar o escritório em casa até fazer terapias.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O jogo virou</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Neste cenário, ficou cada vez mais difícil atrair e, principalmente, reter talentos. O mercado em que antes as empresas selecionavam seus funcionários começou a mudar e as empresas passaram a assistir os candidatos selecionando onde queriam trabalhar. Tudo isso criou uma preocupação a mais para os departamentos de RHs das corporações, que tiveram de pensar em ferramentas que ajudasse não só a conquistar esse novos talentos. “Empresas de tecnologia já vinham mostrando que a preocupação com o ser humano era importante. Por isso, muitas criaram salas de descompressão e ambientes de escritórios mais confortáveis”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px; color: #000000;">Além disso, muitos profissionais preferiam ganhar menos em um lugar com ambiente mais saudável e com benefícios extras fora do tradicional. “Isso mostra que o salário está entre o benefício tangível, mas o intangível incluía essa flexibilidade, relações mais saudáveis e ambientes descontraídos”, explica Glauber.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Percebe-se que o pessoal mais antigo já estava acostumado ao básico, mas o pessoal de 25 anos ou mais, a chamada geração Z, é mais exigente a diferenciais nos benefícios corporativos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É aí que nasce a<em><strong> trend da internet,</strong></em> que vem justamente porque a geração Z, que é muito conectada e usa essas ferramentas para explorar questões sociais, expôs as questões. Os benefícios, assim, se tornam parte de um <em><strong>“pacote remuneratório”</strong> </em>que ajuda a conquistar esses jovens, pois, quando uma empresa contrata uma pessoa e paga salário, ela tem um alta carga tributária, mas quando consegue oferecer mais, mas em forma de benefícios, ela aumenta o pacote de remuneração para o funcionário e reduz sua carga. </span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Realidade para poucos</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A única questão é que essa realidade dos <em><strong>“CLTs Premium”</strong></em> ainda é para poucos, por isso os vídeos virais dão a sensação de exclusividade e ostentação. Nitidamente as mudanças começam nos grandes centros e depois se expandem. Foi assim quando as empresas começaram a conceder vale refeição ou convênio médico, mas hoje isso está em todo o país. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os beneficiados não só reconhecem, como fazem o marketing do empregador de graça, como está ocorrendo hoje nas redes sociais. No final, as empresas oferecem mais, conquistam seus funcionários, que vestem a camisa e ainda fazem o marketing de graça para a empresa, reforçando sua marca no mercado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="glauber@segecompany.com.br" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-2459 alignleft" src="https://segecompany.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-29-at-11.48.22-228x300.jpeg" alt="" width="228" height="300" srcset="https://segecompany.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-29-at-11.48.22-228x300.jpeg 228w, https://segecompany.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-29-at-11.48.22-779x1024.jpeg 779w, https://segecompany.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-29-at-11.48.22-768x1009.jpeg 768w, https://segecompany.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-29-at-11.48.22-1169x1536.jpeg 1169w, https://segecompany.adv.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-29-at-11.48.22.jpeg 1217w" sizes="(max-width: 228px) 100vw, 228px" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="glauber@segecompany.com.br" target="_blank" rel="noopener">Glauber Carvalho é Advogado</a></span> <span style="color: #000000;">&#8211; OAB/BA 80.511 na Seg Advogados Associados.</span></p>
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		<title>Acordos individuais para trabalho aos sábados e folga na semana do Natal são válidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 18:56:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Para a 6ª Turma, o trabalho em alguns dias específicos foi compensado em período favorável aos empregados A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou o exame de recurso do Ministério Público do Trabalho (MPT) contra decisão que validou acordos individuais de duas confecções de Sergipe que previam o trabalho em 11 sábados de &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://segecompany.adv.br/2023/11/09/acordos-individuais-para-trabalho-aos-sabados-e-folga-na-semana-do-natal-sao-validos/"> <span class="screen-reader-text">Acordos individuais para trabalho aos sábados e folga na semana do Natal são válidos</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Para a 6ª Turma, o trabalho em alguns dias específicos foi compensado em período favorável aos empregados</em></span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou o exame de recurso do Ministério Público do Trabalho (MPT) contra decisão que validou acordos individuais de duas confecções de Sergipe que previam o trabalho em 11 sábados de 2010 para concessão de folga na semana do Natal e do Ano Novo. Para a Justiça do Trabalho, o caso não é de banco de horas, mas de trabalho em dias específicos para compensação em um período favorável aos empregados.</span></p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Banco de horas</span></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A ação civil pública foi ajuizada pelo MPT contra a Intergriffe’s São Cristóvão Indústria e Comércio de Confecções Ltda. e a Intergriffes Nordeste Indústria e Confecções Ltda., respectivamente de São Gonçalo e Aracaju. Segundo o MPT, em julho de 2010, as empresas haviam feito quase todos os funcionários assinarem um documento que os obrigava a trabalhar aos sábados, de julho a dezembro,  para antecipar sua produção. Essas horas seriam compensadas nas semanas do Natal e do Ano Novo, quando a fábrica suspendeu a produção.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para o órgão, as confecções estariam utilizando banco de horas sem prévia negociação coletiva, como exige a lei.</span></p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Substituição</span></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O pedido do MPT foi julgado improcedente pela 1ª Vara do Trabalho de Aracaju e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região (SE). Conforme o TRT, o banco de horas se caracteriza pela habitualidade da prestação de horas extras com a compensação dentro do mesmo ano. Mas, no caso, o que houve foi a substituição de alguns dias de trabalho pela folga em outros, tudo acordado entre as partes.</span></p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Acordos individuais</span></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A decisão ressaltou ainda que não havia norma coletiva que impedisse os acordos individuais e que eles seguiram as disposições constitucionais e legais: acordo escrito, jornada não superior a duas horas e prazo para a compensação dentro do limite legal.</span></p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Vantagens</span></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para o relator do recurso de revista do MPT, ministro Augusto César, a modalidade de compensação por banco de horas não se confunde com a pactuação individual. No caso, os acordos individuais previam, de forma pontual, que os empregados trabalhariam aos sábados, por um curto período de tempo, para que as folgas correspondentes ocorressem na época do Natal. “Em outras palavras, a compensação tinha um objetivo específico e trazia vantagens aos empregados”, concluiu.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Processo:</strong> RR-1804-37.2011.5.20.0001</span></p>
<p class="f-16" style="text-align: justify;" data-aos="fade-up"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: </strong>Tribunal Superior do Trabalho, por Lourdes Tavares, 08.11.2023</span></p>
<p class="f-16" style="text-align: justify;" data-aos="fade-up"><span style="color: #808080;">Os artigos reproduzidos neste portal de notícias são, tanto no conteúdo quanto na forma, de inteira responsabilidade de seus autores. Não traduzem, por isso mesmo, a opinião legal da SEG ADVOGADOS ASSOCIADOS.<br />
</span></p>
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		<item>
		<title>Vazamento de informações sobre gravidez gera dever de indenizar, diz TJ-SP</title>
		<link>https://segecompany.adv.br/2022/07/25/vazamento-de-informacoes-sobre-gravidez-gera-dever-de-indenizar-diz-tj-sp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 14:46:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Deve-se coibir o procedimento agressivo e atentatório à privacidade adotado por empresas que negociam bancos de dados de seus clientes a terceiros, causando-lhes dano indenizável. O entendimento foi adotado pela 1ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo para confirmar a condenação de um laboratório pelo uso de dados sensíveis para oferecer seus serviços a &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://segecompany.adv.br/2022/07/25/vazamento-de-informacoes-sobre-gravidez-gera-dever-de-indenizar-diz-tj-sp/"> <span class="screen-reader-text">Vazamento de informações sobre gravidez gera dever de indenizar, diz TJ-SP</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wysiwyg">
<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Deve-se coibir o procedimento agressivo e atentatório à privacidade adotado por empresas que negociam bancos de dados de seus clientes a terceiros, causando-lhes dano indenizável.</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O entendimento foi adotado pela 1ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo para confirmar a condenação de um laboratório pelo uso de dados sensíveis para oferecer seus serviços a uma paciente, que não havia autorizado o compartilhamento de tais informações. A indenização foi arbitrada em R$ 10 mil. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">De acordo com os autos, a autora descobriu, em dezembro de 2020, que estava grávida, mas perdeu o bebê em fevereiro de 2021. Poucos dias após o aborto espontâneo, ela recebeu mensagens de WhatsApp de um laboratório de criobiologia com uma oferta de coleta e armazenamento de cordão umbilical. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A autora alegou não ter fornecido seus dados pessoais, nem informações sobre a gravidez, para o laboratório. Em contestação, a empresa disse que só teria utilizado dados não sensíveis e não sigilosos, referentes apenas ao nome e número de telefone da autora. Não foi esse o entendimento da Justiça ao condenar o laboratório.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Embora a ré afirme que se utilizou de dados não sensíveis e não sigilosos, referentes apenas ao nome e telefone celular da autora, não é o que se depreende dos fatos narrados. A autora estava grávida. Esta informação é um dado, que foi utilizado pela ré em sua atividade empresarial: angariação de novos clientes&#8221;, disse o relator, desembargador Alexandre Marcondes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo o magistrado, a gravidez da autora era notadamente um dado sensível, como dispõe o artigo 5º, inciso II, da Lei 13.709/2018, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O dispositivo classifica como dado pessoal sensível qualquer informação referente à saúde das pessoas. Para o relator, o artigo se aplica ao caso dos autos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;A própria ré confirma que a autora não buscou os serviços dela. Logo, a ré somente poderia ter conhecimento da gravidez a partir do compartilhamento por terceiros de dado sensível&#8221;, disse Marcondes, destacando que o laboratório também atuou como agente de tratamento da informação e, por isso, nos termos da LGPD, precisa identificar e apresentar nos autos o responsável pela coleta dos dados da autora.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além disso, conforme o desembargador, não há demonstração nos autos de que a autora tenha expressado seu consentimento a respeito do dado sensível coletado e armazenado, no caso, a gravidez e o aborto espontâneo. Marcondes disse que essa prova cabia ao laboratório réu, como previsto na LGPD.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Nos termos do artigo 42, do referido diploma legal, a ré responde, portanto, pela utilização indevida de dado sensível que, seguramente, causou à autora dano moral, pois à ocasião do contato realizado pela ré, a requerente não mais apresentava estado gravídico. E a conduta da ré, seguramente, além de representar violação ao direito de privacidade, fez a autora reviver sofrimento decorrente da perda gestacional&#8221;, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Processo 1041607-35.2021.8.26.0100</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>FONTE:</strong> Fonte Conjur, por Tábata Viapiana em 21/07/2022.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">Os artigos reproduzidos neste portal de notícias refletem única e exclusivamente a opinião e análise de seus autores. Não se trata de conteúdo produzido pela SEG ADVOGADOS ASSOCIADOS, não representando, desta forma, a opinião legal da empresa.</span></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>VOCÊ SABE O QUE É CARGO DE CONFIANÇA?</title>
		<link>https://segecompany.adv.br/2022/05/16/cargo-de-confianca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2022 20:46:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Entenda o que quer dizer na prática, quais os requisitos, vantagens e peculiaridades dessa condição de trabalho! Os profissionais contratados ou promovidos para exercerem “cargos de confiança” em geral, são pessoas que possuem muita credibilidade e, por isso, assumem responsabilidades maiores junto à empresa e na tomada de decisão, gerenciamento e supervisão de equipes, entre &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://segecompany.adv.br/2022/05/16/cargo-de-confianca/"> <span class="screen-reader-text">VOCÊ SABE O QUE É CARGO DE CONFIANÇA?</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Entenda o que quer dizer na prática, quais os requisit</strong><strong style="font-size: 16px;">os, vantagens e peculiaridades dessa condição de trabalho!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os profissionais contratados ou promovidos para exercerem “cargos de confiança” em geral, são pessoas que possuem muita credibilidade e, por isso, assumem responsabilidades maiores junto à empresa e na tomada de decisão, gerenciamento e supervisão de equipes, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Traremos abaixo algumas considerações importantes que lhe trarão maior clareza para entender  melhor essa condição de trabalho, bem como os principais<span style="font-size: 16px;"> aspectos legais te tal função.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>INTRODUÇÃO</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Nos termos da Legislação Trabalhista Brasileira cargo de confiança é a condição atribuída àqueles que exercem de alguma forma poderes de gestão dentro de uma organização ou empresa, ou seja, é um profissional que exerce um alto nível de responsabilidade dentro da empresa, possuindo autonomia para a realização de suas tarefas.</p>
<p style="text-align: justify;">O ocupante de cargo de confiança atua como um represent<span style="font-size: 16px;">ante do empregador no serviço, tendo poder diretivo, coordenando atividades e fi</span><span style="font-size: 16px;">scalizando a execução delas. Eventualmente, aplica medidas disciplinares, como advertência, suspensão e dispensa por justa causa, a depender do grau de autonomia que a empresa lhe confere.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Gerentes, diretores e chefes de departamento ou de filial, supervisores e encarregados exercem esse tipo de cargo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>CONTROLE DE JORNADA</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A CLT estabelece no artigo 62, inciso II, que as funções que exercem cargo de confiança não estão sujeitos a controle de jornada, por esse motivo não precisam “bater ponto”, e consequentemente não terão direito à horas extras.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros requisitos importantes para a caracterização do cargo de confiança são a anotação na CTPS e a percepção do Adicional de Gratificação de Função, de no mínimo 40% do salário efetivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Sintetizando o tema, como a jornada de trabalho é livre de controle, o cargo de confiança não têm direito a hora extra nem ao limite de oito horas de serv<span style="font-size: 16px;">iço por dia (artigo 62, inciso II, da CLT). Em contrapartida, o salário, compreendendo a gratificação de função, deve ser igual ou superior ao salário básico acrescido de 40% do seu valor. Se o percentual for menor, aplicam-se as normas gerais sobre duração do trabalho.</span></p>
<p style="text-align: justify;">A condição tem de ser registrada na Carteira de Trabalho, e a gratificação precisa ser discriminada no contracheque. A parcela integra o 13º salário e a remuneração das férias.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora não estejam sujeito à controle de jornada, é importante destacar que isso não quer dizer a possiblidade de que o cargo de confiança possa estar sujeitos a jornadas <span style="font-size: 16px;">de trabalho demasiadamente excessivas e que estejam além dos limites constitucionais.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Nos termos do art. 7º, inciso XV, da Constituição <span style="font-size: 16px;">Federal, aqueles que exercem cargo de confiança também têm direito ao Descanso Semanal Remunerado (</span><span style="font-size: 16px;">DSR).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>SUPRESSÃO DO CARGO DE CONFIANÇA</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O empregador pode, a qualquer tempo, sem o consentimento do ocupante do cargo de confiança, determinar seu retorno à função de origem com a consequente perda da gratificação (adicional de 40%).</p>
<p style="text-align: justify;">Antes da Lei 13.467/2017 (Reforma Trabalhista), a jurisprudência do TST orientava que o empregado que ocupasse cargo de confiança por dez anos ou mais, ao ser revertido ao cargo efetivo sem justo motivo, não perderia a gratificação, com fundamento no princípio da estabilidade financeira, nos termos da Sum. 372, do TST. No entanto, confo<span style="font-size: 16px;">rme a lei de 2017, a destituição com ou sem justo motivo, independentemente do tempo no cargo de confiança, não resulta na manutenção da parcela (artigo 468, parágrafo 2º, da CLT), ou seja, a partir do momento que o funcionário deixou de exercer a função de cargo de confiança ele perderá o adicional de gratificação de função, pois trata-se este de um “salário condição”.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>TRANSFERÊNCIA</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O empregado ocupante de cargo de confiança também pode ser transferido, sem a necessidade de sua aprovação, para outra cidade por ordem da empresa. Essa condição também o distingue do empregado comum, cuja transferência só ocorre com sua anuência, salvo se o contrato previr a mudança.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, nos dois casos, é necessário que a transferência ocorra por necessidade do serviço conforme estabelece o art. 469, § 1º, da CLT e a Sum. 43 do TST.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a mudança é provisória, o ocupante de cargo de confiança, como todo empregado nesse tipo de transferência, tem o direito de receber adicional correspondente a, no mínimo, 25% do salário conforme art. 469, § 3º, da CLT e OJ. 113 da SDI &#8211; I do T<span style="font-size: 16px;">ST.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>TRABALHOS EM DOMINGOS E FERIADOS</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">No que diz respeito a trabalhos em domingos e feriados, é importante observar a rotina de trabalho da empresa e se está funciona todos os dias da semana (de domingo a domingo) ou se só funciona em horário comercial, em todo caso a atividade do ocupante de cargo de confiança nos domingos e nos feriados deve ser remunerada em dobro.</p>
<p style="text-align: justify;">A jurisprudência do Tribunal Supe<span style="font-size: 16px;">rior do T</span><span style="font-size: 16px;">rabalho pacificou que são assegurados a todos os empregados os direitos previstos no artigo 7º, inciso XV, da Constituição da República e no artigo 1º da Lei 605/49, que dispõem sobre o repouso semanal remunerado preferencialmente aos domingos e sobre o pagamento de salário nos feriados.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Diante disso a de se observar o DRS do colaborador ocupante de cargo de confiança, e em caso de supressão o mesmo deverá ser remunerado em dobro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong style="font-size: 16px; font-style: normal;"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-1863" src="https://segecompany.adv.br/wp-content/uploads/2021/04/acordo-300x200.jpg" alt="" width="510" height="340" srcset="https://segecompany.adv.br/wp-content/uploads/2021/04/acordo-300x200.jpg 300w, https://segecompany.adv.br/wp-content/uploads/2021/04/acordo.jpg 626w" sizes="(max-width: 510px) 100vw, 510px" /></strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>BANCÁRIOS</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Em relação aos bancários (cargo de confiança exercido em banco) tem disposições diferentes sobre jornada e remuneração. Em regra, o bancário trabalha seis horas por dia. No entanto, os que exercem funções de direção, gerência, fiscalização, chefia ou outras equivalentes têm jornada de até oito horas sem receber horas extras. Como contrapartida, a gratificação não pode ser inferior a 1/3 do salário do cargo efetivo. Essas regras constam do artigo 224,<span style="font-size: 16px;"> parágrafo 2º, da CLT.</span></p>
<p style="text-align: justify;">A Sum. 102 do TST também trata do assunto, esclarecendo que a gratificação já remunera as duas horas extraordinárias excedentes às seis de trabalho. Contudo, se a gratificação for inferior a 1/3, a sétima e a oitava horas são devidas como extras.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda conforme a Súmula 102 do TST, o bancário com função de confiança que recebe gratificação não inferior ao terço legal, apesar de norma coletiva prever fração maior, não tem direito ao pagamento, como extra, da sétima e da oitava horas. Caso peça<span style="font-size: 16px;"> na Justiça, ele consegue somente as diferenças de gratificação de função.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o próprio TST o entendimento é de que o gerente-geral de agência bancária não tem direito ao recebimento de horas extras, nem mesmo pela realização de cursos pela Internet e fora do horário de trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Elaborado em 16/05/2022, por: </em></p>
<p><strong><em>Robson Felipe de Oliveira Damaceno</em></strong><br />
<strong><em>Advogado, Especialista em Direito e Processo do Trabalho.</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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